PÉROLAS
DE CONHECIMENTO
POR:Henrique Jorge.'.
M.'.M.'.FRC.F.'.L.'.Eremita
FLUIDO
Embora
a Ciência Atual trate fluido como líquido, aqui faremos uma
explanação espiritista sobre fluido.
O
espírito e a matéria são distintos porém torna-se
necessária a união a esta última para que nossos sentidos
possam perceber o princípio inteligente que a anima, pois podemos
conceber o espírito sem a matéria apenas pelo pensamento,
porém, ao elemento material é necessário acrescentarmos
o fluido universal, o princípio sem o qual, segundo os estudiosos
dessa ciência, a matéria estaria em perpétuo estado
de divisão e jamais adquiriria as propriedades que a gravidade lhe
dá, sendo este, como matéria etérea e subtil, intermediário
entre o espírito e a matéria de forma a que o principio inteligente
possa manifestar-se sobre essa última, pela impossibilidade direta
de manifestação devido à sua densidade, sendo então
o fluido universal o agente que o espírito utiliza e susceptível
de produzir uma variedade de coisas, muitas delas ainda desconhecidas para
nós, sendo ele a fonte do fluido vital sendo este modificado segundo
as espécies.
O
termo Fluido origina-se do lat. Fluidu, e traduz elemento muito subtil,
quintessenciado, imponderável. Existente na Natureza e a que antigamente
denominavam Éter.
Fluido
também é tido, pelos estudiosos como Força Vital
(denominação de São Tomás, também empregada
pelos Psiquistas), ou Radiação Humana – O Dr. W. Joseph Kilner,
do Hospital St. Thomas em Londres, em 1920, desenvolveu a tela de diacinina,
uma lente pintada com uma anilina, o filtro de Kilner é composto
por duas peças de vidro entre as quais se prensa uma solução
de diacinina, uma tintura de cor índigo-violeta denotando um efeito
notável sobre a visão fazendo com que o olho perceba o ultravioleta.
com o emprego da diacinina podem distinguir numa relativa obscuridade três
zonas de emanações emitidas pelo corpo humano em estado de
saúde ou doença:
1.
Uma zona sombria ou rosa, a que ele deu o nome de duplo etérico
(o mesmo que Corpo Etérico (denominação dos espiritistas
anglo-saxónicos), duplo ( do lat. duplum) , Perispírito (do
gr. Peri e do lat. spiritus) - Invólucro fluídico,
vaporoso, quintessenciado, semi-material do Espírito, com flexibilidade
e expansibilidade. Participa a um só tempo, no dizer de A. Kardec,
da "electricidade do fluido magnético, e, até determinado
ponto, da matéria inerte". É o mesmo que Eidolon ( do gr.
Eidolon).
2.
Uma Segunda zona muito densa, justaposta ao duplo etérico e que
parece estar em contacto com o corpo: é a aura interna – Aura (do
lat. aura). Emanação fluídica do corpo humano e dos
demais corpos, sejam orgânicos, sejam inorgânicos. É
termo pouco empregado em espiritismo. É de largo uso em Esoterismo
e, de modo particular, nas demais doutrinas das Ciências Psíquicas.
As tradições esotéricas há muito ensinam que
tanto os cinco sentidos, que servem bem ao físico, quanto a forma
física são expressões limitadas e incompletas da realidade
como um todo. O corpo físico é circundado por uma emanação
ovalada e formado por diferentes faixas de energia que refletem, individualmente,
um aspecto do ser. A faixa mais interior segue o contorno do corpo, tratando-se
do corpo etérico. Além dela encontra-se uma faixa de substância
mais subtil reflectora da natureza emocional, geralmente denominado corpo
astral ou corpo de desejo. Além desta, situa-se o corpo mental,
uma faixa de radiação reflectora da natureza mental. Essas
faixas energéticas em conjunto compõem a aura, o reflexo
do ser, que segundo os clarividentes (Clarividente do lat. clarividentem)
– Indivíduo com a faculdade de Clarividência, ou seja a faculdade
de conhecimento extrasensorial consistente em pacientes, em estado sonambúlico,
de transe ou de vigília, perceberem imagens ou acontecimentos a
longa distância – conseqüentemente por meio de obstáculos,
isto é, de corpos opacos, é comum a confusão entre
Vidência e Clarividência. J. Grasset declarou deixar a palavra
Clarividência o seu significado etimológico de faculdade de
ver por meio de corpos opacos, portanto a distância, pouca ou longa.
A clarividência na Parapsicologia está ligada à função
Psi Gama (PSI. Termo, retirado da letra grega de igual nome, por Thouless
e Wiesner, para designar em Parapsicologia qualquer espécie de conhecimento
que se não coaduna com as leis científicas usuais. Os referidos
Professores dividiram os fenómenos PSI em: 1- Psi-Gama (ou Mentais);
2- Psi-Kapa (ou físicos). Segundo a clarividência a aura,
ou "o aura" pode ser observada em função da cor, do brilho,
da clareza e do contorno.
3.
A terceira zona que consiste numa espécie de nuvem amorfa, muito
variável em dimensão, e constitui a aura externa. Tomasseti,
juntamente com outros experimentadores, tentou fixar na placa fotográfica
as radiações humanas. Chegou à conclusão que
o corpo humano emite:
4.
Radiações violeta e ultravioleta, conseguidas numa sala escura
com uma chapa fotográfica comum.
5.
Radiações alpha e beta, conseguidas com uma chapa fotográfica
comum e uma película radiográfica numa caixa de madeira.
6.
Radiações gama, muito mais poderosas do que os Raios X, conseguidas
com uma película radiográfica numa caixa de alumínio.O
Fluido classifica-se, segundo os estudiosos em fluidismo, em:
• Fluido
elementar – é o mesmo que Fluido Universal e Fluido Primitivo
• Fluido
Magnético – é o mesmo que Fluido Nervoso, Fluido Vital.
• Fluido
Nervoso – é o mesmo que Fluido Magnético, Fluido Vital. É
a expressão com que Chevillard pretendia explicar determinados fenômenos
espiríticos. Kardec escreve que Fluido Nervoso é o mesmo
que Perispírito. Aliás o emprego de Fluido Nervoso por Perispírito
data pelo menos de Justinus Kerner.
• Fluido
Perispirital – Fluido componente do Perispírito. É o mesmo
que Fluido Perispiritual ou Fluido Perispirítico.
• Fluido
Primitivo – É o mesmo que Fluido Elementar e Fluido Universal
• Fluido
Vital – Princípio orgânico, que produz os fenómenos
da vida material. É o mesmo que Fluido Elétrico Animalizado,
Fluido Magnético, Fluido Nervoso, Força Neurica Radiante,
Força Vital, Principio Vital.
• Fluido
Vital Universal – É o mesmo que Fluido Vital.
• Fluido
Universal – Princípio formado de elementos etéreos e subtis,
do qual o Espírito faz uso e em que está a causa primária
da vida.
Alguns estudiosos
atribuem o fluido à Raios N – A denominação é
do Prof. R. Blondot, que estudou o assunto e, no dia 25 de maio de 1903,
apresentou à famosa Academia das Ciências, de Paris, uma comunicação
Sobre as novas fontes de radiações susceptíveis de
atravessar os metais, a madeira, etc. e sobre as novas ações
produzidas por essas mesmas radiações. Foi na comunicação
supramencionada (anteriormente já havia apresentado outras
em que estudava os raios X), que chegou à conclusão da existência
dos raios N, cujas radiações (questão de refração
ou não) eram diferentes das dos raios X. Deu ele o nome de N aos
novos raios, que descobriu, em homenagem à cidade de Nancy, em cuja
Universidade lecionava Física e onde procedeu suas pesquisas. Os
raios N não tem influência sobre as placas fotográficas
– Journal du Magnétisme, outubro de 1910, pág. 467
A teoria do
Fluido Universal já era muito conhecida das correntes esotéricas
tradicionais. É o mesmo que Acasa, Alcaeste (do árabe alkahest
– É denominação de Paracelso), Azote, Espírito
de Vida, Fluido Elementar ou Fluido Primitivo, Fogo-Gerador (denominação
de Heráclito), Fogo-Vivo (denominação de Zoroastro),
Força Vital, Luz Astral (denominação que a escola
de Martinez de Pascalis deu ao que chamamos Fluido), entre outros.
Podemos concluir
pela lógica que assim como nosso corpo, em sua maior parte é
composto por água, a água recebe emanações
através do fluido universal de acordo com as cristalizações
de nossos pensamentos, pensamentos estes que também se cristalizam
e tornam-se verdadeiros protetores à heterosugestões alheias,
assim tais emanações cristalizadas por pensamentos e sentimentos
alheios, uma vez não encontrando ressonância com nossa pessoa,
retorna a fonte emissora, como lei natural, da dimensão que porventura
estejamos sujeitos.
CARIDADE
Quando fizeres essa humilde missão,
fazei-a com o coração e não por obrigação,
pois que o coração faz com amor e na escravidão só
encontra-se o rancor.
As vibrações fluídicas
através de nossas sinceras orações e dotadas de compaixão
não deixa de ser uma caridade ao qual o plano das energias subtis
responde. Mas a caridade está desde aguar uma planta que é
um ser vivo, até cuidar de um idoso, imagine então, você
cuidando de um animal que não é de sua espécie, e
se comprazendo nisso, o que dizer quando praticamos caridade para com o
inteligente ser humano. Mas a caridade necessita de discernimento, ela
é considerada um dharma, uma lei superior do Karma, que tange leis
inferiores, portanto, não se deve desconsiderar o pedinte por ser
um Karma pelo qual ele está destinado a passar. Também a
caridade não deve ser ostentáculo de orgulho próprio
e de preferência ser atuada em silêncio, não existem
provações fora de nossa própria esfera psicológica
pois em nosso coração temos o embrião de nosso Pai-Mãe
ligado ao Pai-Mãe do espaço infinito, todo o bem ou mal que
praticamos fica residuado a nível de psiquismo dentro de nós
mesmos.
A caridade começa na família
e se estende de acordo com as leis da oportunidade para com aquele que
nem mesmo nessa vida conhecemos.
Heremita.'.